O Central Park está especialmente bonito todo coberto de neve. É interessante observar as mudanças a cada estação. Os lagos estão congelados e os pássaros ficam posados logo em cima da água. As crianças fazem bonecos de neve e escorregam as pequenas montanhas com seus snowboards. Os cachorros também se divertem.
O que era para ter sido apenas uma caminhada num esforço para perder as gordurinhas adquiridas pelas panquecas do café da manhã, tornou-se um belo passeio, da rua 105 até Strawberry Fields, na 72.
Confissão: depois de meia hora caminhando, meu lado sedentário bateu mais forte e minha vontade era mesmo de ter voltado para casa de metrô.
Lembrete para a próxima vez que eu tiver a idéia maluca de me exercitar: trazer sempre o meu metrocard.
Tuesday, February 20, 2007
O anti-carnaval
Dançar ao som da famosa marchinha (quase consigo ouvir o "tandandantararam") bebendo cerveja e suando no meio do centro de Florianópolis é minha imagem perfeita de carnaval. Já aqui o cenário é completamente diferente. Não há marchinhas, não se pode beber nas ruas e ninguém - definitivamente - está suando. Sem nenhum sinal de carnaval no hemisfério norte, os brasiliorquinos encontram o motivo que precisavam para reafirmar a existência do jeitinho. Sábado à noite, eis que nasce no Brooklyn, na casa de um brasileiro, a festa anti-carnaval. Guitarra, saxofone e piano juntos, arranhando um jazz fantástico. E não vamos poder descansar na quarta-feira de cinzas...
Monday, February 12, 2007
Minha ilha
Um trechinho de um texto que escrevi sobre minhas ilhas: "(...)New York challenges me everyday, every hour, every minute in every situation I go thru. I just love that. It was worth all the tears I cried when living the airport in Brazil and watching my little island, Florianópolis, becoming smaller and smaller and turning into this huge island, miles away from my house, my family and friends. (...) I’m starting to feel a little bit like a New Yorker, although always green and yellow inside".
Um quarto de século
Que inferno astral que nada!!! Essa virada de ano para mim - dos 24 para os 25 - foi pior que qualquer urucubaca que qualquer um já enfrentou, com direito a choro e vela. Um arrastão de coisas boas e ruins desabaram sobre minha cabeça: all in once! Depois de muito mercúrio nas feridas, sigo meu caminho pelas ruas de New York. Como é prazeroso estar aqui, agora.
If you go to San Francisco
A cidade é linda. A influência hippie esté em toda a parte. Há até quem ofereça "Free Hugs" nas ruas. Só não caia na tentação de comer "green nuggets"... o estrago pode ser irreversível. Damn it!
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