Tuesday, February 20, 2007

O anti-carnaval

Dançar ao som da famosa marchinha (quase consigo ouvir o "tandandantararam") bebendo cerveja e suando no meio do centro de Florianópolis é minha imagem perfeita de carnaval. Já aqui o cenário é completamente diferente. Não há marchinhas, não se pode beber nas ruas e ninguém - definitivamente - está suando. Sem nenhum sinal de carnaval no hemisfério norte, os brasiliorquinos encontram o motivo que precisavam para reafirmar a existência do jeitinho. Sábado à noite, eis que nasce no Brooklyn, na casa de um brasileiro, a festa anti-carnaval. Guitarra, saxofone e piano juntos, arranhando um jazz fantástico. E não vamos poder descansar na quarta-feira de cinzas...

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